São Paulo está longe de ser o lugar mais perigoso do mundo, mas não deixa de ser mais um deles. Mas os perigos não estão só nos jovens armados, ou nos homens mal intencionados, mas nos que rejeitam ajuda aos necessitados, que agem com indiferença as minorias, que segregam, que marginalizam;
Que matam. Matam sonhos, lutas, alegrias... Que roubam. Roubam chances, roubam versos, roubam sinas. É essa São Paulo que é o grande perigo, a São Paulo indiferente, fria, egoísta e de tamanha soberba, essa São Paulo não é um mar de rosas, mas não é uma coroa de espinhos, há ainda os que clamam, os que lutam e os que sofrem... Há os que querem mudar e apontam seus defeitos para que sejam mudados, São Paulo é um lugar de chuvas ácidas, de críticas ácidas e essa revista é mais uma dessas denúncias.
Uma revista sobre São Paulo não torna-se uma temática limitada, pois São Paulo é uma miniatura do mundo em que vivemos, estamos no Japão quando descemos da estação Liberdade, por outro lado estamos na Itália quando chegamos ao Bixiga, as vezes até parecemos estar na Bolívia quando estamos no Brás. Em São Paulo viajamos o mundo em algumas paradas de ônibus, vemos nordestinos e sulistas, comidas típicas de diversos lugares, histórias dais mais diversas pessoas e ainda assim o preconceito e racismo pairam no ar poluído da grande metrópole. Falar de São Paulo é falar de um pouco de tudo, um pouco de oportunidades que muitos buscam a vir para cá. Mas de que oportunidades estamos falando? De explorar um mundo ou de ser explorados? De viver ou sobreviver? De lutar por um espaço num ônibus ou passar horas preso em um carro? As oportunidades aqui são de falar e esse é o lugar certo para isso. Entre, o espaço é seu, cubram-se com guarda-chuvas resistentes a chuva ácida acaba de começar [...]
Que matam. Matam sonhos, lutas, alegrias... Que roubam. Roubam chances, roubam versos, roubam sinas. É essa São Paulo que é o grande perigo, a São Paulo indiferente, fria, egoísta e de tamanha soberba, essa São Paulo não é um mar de rosas, mas não é uma coroa de espinhos, há ainda os que clamam, os que lutam e os que sofrem... Há os que querem mudar e apontam seus defeitos para que sejam mudados, São Paulo é um lugar de chuvas ácidas, de críticas ácidas e essa revista é mais uma dessas denúncias.
Uma revista sobre São Paulo não torna-se uma temática limitada, pois São Paulo é uma miniatura do mundo em que vivemos, estamos no Japão quando descemos da estação Liberdade, por outro lado estamos na Itália quando chegamos ao Bixiga, as vezes até parecemos estar na Bolívia quando estamos no Brás. Em São Paulo viajamos o mundo em algumas paradas de ônibus, vemos nordestinos e sulistas, comidas típicas de diversos lugares, histórias dais mais diversas pessoas e ainda assim o preconceito e racismo pairam no ar poluído da grande metrópole. Falar de São Paulo é falar de um pouco de tudo, um pouco de oportunidades que muitos buscam a vir para cá. Mas de que oportunidades estamos falando? De explorar um mundo ou de ser explorados? De viver ou sobreviver? De lutar por um espaço num ônibus ou passar horas preso em um carro? As oportunidades aqui são de falar e esse é o lugar certo para isso. Entre, o espaço é seu, cubram-se com guarda-chuvas resistentes a chuva ácida acaba de começar [...]

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